Vereador José Antônio Fonseca é investigado pela policia civil

Um vereador de Cromínia Go escreveu uma matéria no diarreia da manhã falando que o Marconi é o cara. Que valoriza o professor que paga isso e aquilo e tal. A matéria chama: “Quem apostou no fracasso do marconi errou feio”: http://www.dm.com.br/#!/texto?id=15506

O Vereador José Antônio Fonseca (PSDB), assessor do Deputado Jardel Sebba, está sendo investigado pela Policia Civil por suposto cometimento dos crimes tipificados nos artigos 138 (calúnia) e 139 (difamação) do Código Penal Brasileiro.Tudo começou em fevereiro deste ano, quando o vereador apresentou à Câmara Municipal denúncia de ato de improbidade administrativa contra o prefeito Antônio Vieira Rosa. Foi montada uma comissão processante para investigar a denúncia composta pelos vereadores José Antônio Fonseca como presidente, Marcos Roger como relator e Renato Luciano de Brito como membro.

A Comissão processante vem trabalhando a “toque de caixa”, querendo, a todo custo, caçar o prefeito, contudo, o processo contém inúmeros erros, até mesmo o cerceamento da defesa do prefeito, o que foi objeto de Mandado de Segurança nº 146823-52.2010.8.09.0167, em trâmite na Comarca de Cromínia.

Não se contentando em tentar caçar o prefeito de Cromínia, o vereador José Antônio iniciou uma série de agressões e acusações verbais contra o prefeito Antônio Vieira Rosa. Já não suportando tamanhas agressões, o prefeito registrou queixa na Delegacia de Policia de Cromínia no dia 23 de abril de 2010.

Pesquisa avalia o desempenho do Prefeito e Vereadores

O Grupo Index – Consultoria, Pesquisa e Comunicação, realizou no município de Cromínia e no Distrito de Ronelândia, no dia 20 de março do

corrente, levantamento quantitativo de avaliação do desempenho geral do prefeito Antônio Vieira Rosa e vereadores.

A gestão do prefeito é avaliada como regular por 58% dos entrevistados, ótima por 2%, péssima por 20% e boa por 20%.

Foi questionado ainda quais os três vereadores mais lembrados positivamente, destacaram-se Marcos Roger, José Antônio e Joaquim Gonçalves.

No Distrito de Ronelândia, 81% dos entrevistados afirmaram insatisfação com o vereador em quem votaram nas eleições de 2008, sendo o vereador mais lembrado José Antônio Fonseca.

Leiam abaixo o psedoartigo escrito no Diário da Manhã:

Oposição errou ao apostar no fracasso de Marconi

O raciocínio é simples. Quem apostou no fracasso do governo de Marconi Perillo, caiu, se esfolou e até agora não se recuperou da queda. Quem está passando por este perrengue é a oposição em Goiás. O grupo que perdeu a eleição para Marconi em 2010 apostou todas as fichas num desastre administrativo e políticos do governador eleito. Acontece que a banca oposicionista foi quebrada. E chega neste 2012 sem argumentos e vendo um governo que cada vez mais deslancha e coloca Goiás nos rumos do desenvolvimento. O primeiro equívoco da oposição foi prolongar a eleição e tentar uma sobrevida no chamado “terceiro turno”. Aproveitaram o caos herdado por Marconi do governo anterior e partiram para ataques e críticas apressadas e análises tão rasas quanto uma xícara.

Consciente da bomba que tinha para desarmar, Marconi pediu paciência para arrumar a casa. Em paralelo, a oposição tentava por as manguinhas para fora com discursos vazios e manobras que muitas vezes beiraram o delírio. O ápice do desespero foi quando uma turma da oposição foi a Brasília tentar sabotar a relação política entre a presidenta Dilma Rousseff e o governador Marconi Perillo. Uma atitude das mais deploráveis e incompatível com o jeito de fazer política em pleno século XXI. O “modus operandi” da oposição era claro: fazer de tudo para atrapalhar o governo Marconi. Era o método rasteiro do “quanto pior, melhor”.

Não bastasse torcer contra e tentar até mesmo a sabotagem contra o governo Marconi, a oposição não tinha (e continua sem ter)  discurso e propostas consistentes. Não tinha (tem) organização e não tinha nem mesmo palanque. Se separados, os oposicionistas não produziam nada e ficavam presos a críticas vazias, juntos ficaram ainda mais perdidos. Reuniões? Só em festas de aniversário. Propostas para o Estado e apresentação de um projeto para 2014? Que nada. Apenas marretadas em cima de Marconi e o mesmo blá-blá-blá de sempre.

E Marconi? Onde estava o governador? Estava trabalhando calado e focado num só objetivo: organizar o Estado. Em julho, a folha salarial do funcionalismo público já estava sendo paga integralmente e em dia. Brasília virou uma segunda casa do governador. Na capital federal, o tucano esteve 39 vezes só para conseguir a retomada das obras do aeroporto de Goiânia. As promessas de campanha começavam a ser cumpridas. Bolsa Futuro para qualificar os cidadão para o mercado de trabalho, a volta do Renda Cidadã, mais de 10 mil Bolsas Universitárias, RodoVida para reconstrução das estradas, descontos no IPVA para feirantes e mototaxistas, atração de investimentos.

Tudo isso resultado do trabalho incessante do governador e sua equipe. E a oposição? Ah, a oposição seguia se reunindo em aniversários. Mas, quem fazia a festa era Marconi Perillo, que colhia os frutos de uma gestão arrojada e responsável. Dois pontos merecem destaque no segundo semestre de 2011 de Marconi. A reforma educacional capitaneada pelo “Pacto Pela Educação” e as negociações finais para concretizar o empréstimo com a União para equilibrar as contas da Celg. Marconi está atento para o desenvolvimento do Estado. A meta é que Goiás seja o quinto Estado mais importante do Brasil em 15 anos. E o governador sabe que ter uma Educação de qualidade é fundamental para pavimentar o caminho do sucesso.

O pacto prevê ações e projetos ousados que vão nortear o ensino em Goiás nos próximos anos. A valorização do professor é prioridade. No final de 2011, Marconi ainda cumpriu outra promessa. O pagamento do piso para os educadores e o valor está acima do nacional. No caso da Celg, mais uma vitória para Goiás. A primeira parcela já foi repassada ao governo estadual. Os municípios receberam o valor do ICMS e a companhia se reestruturou internamente com o comando firme do vice-governador José Eliton. O governo passado, que se dizia aliado do governo federal da época, não conseguiu resolver os problemas da Celg em quatro anos. Marconi em um ano já organizou a situação financeira da empresa.

O governador também deu show na área a financeira. Após herdar um déficit bilionário, determinou austeridade total na administração do Estado e como ele mesmo revelou foi preciso dizer muito “não” para seguir em frente. Os números finais de 2011 são mais que animadores. O déficit orçamentário previsto em R$ 992 milhões foi transformado em superávit de R$ 391 milhões em decorrência das medidas tomadas: corte de despesas e aumento da arrecadação O resultado financeiro em 2011: R$ 7 milhões.

O balanço deste primeiro ano que passou é o positivo. Nada de chororô. Marconi apenas trabalhou para cumprir sua promessa de fazer o melhor governo da vida de todos os goianos. A oposição errou. Apostou no fracasso de Marconi e perdeu feio. Ficou perdida como uma boiada no pasto. Sem rumo. Por falar em gado, agora chegou por lá alguém que entende do assunto.

(José Antônio Fonseca, PSDB, vereador em Cromínia/GO)

Claudio Bertode

Formado em Letras pela Universidade de Brasília, Cláudio Bertode é Poeta, Cronista e Educador na Rede Pública e Privada do Estado de Goiás.